"Vizu" na página

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Olha o fumacê....

Ao contrário de toda a natureza, o SER HUMANO, é o único animal que destrói o seu habitat. Todos os demais animais respeitam o chão que pisam, aquilo que comem e bebem. Mas o homem... em nome do progresso, da “sobrevivência” da espécie, somos capazes de fazer coisas atrozes.
Por exemplo, para produzir mais, somos capazes de destruir matas, campos, colocar fogo para “limpar”, desperdiçando uma grande quantidade de energia, não nos importando com o próximo, que acaba por congestionar hospitais e postos de saúde com problema respiratório devido os altos índices de fumaça na atmosfera.
Ainda dizem que somos seres racionais. Que racionalidade é essa que precisa destruir para construir? Já possuímos áreas suficientes para a produção. Mas a ganância e a sede de poder e ter faz com que a cada dia se destrua mais.
A região sudeste, que acabou com a Mata Atlântica, já sofre as consequências, com períodos que oscilam com enorme quantidade de chuvas e outras de grandes secas, como a que ocorre neste momento, onde o estado de São Paulo sofre com abastecimento de água e os rios já estão quase secos.
E pelo visto querem transformar a região amazônica, depósito de água doce e pulmão do mundo, num enorme deserto. A máfia dos madeireiros asiáticos quer derrubar tudo. Derrubam e não plantam nada no local. Se houvesse pelo menos um plano de manejo, mas não há. É somente a destruição pura e simples, sem reposição do material verde.
Em poucos anos, viveremos em um mundo sufocado. Brigaremos por um pouco de água limpa. Ou então se gastará tanto para purificar a água que somente uma parcela da população terá acesso. Parece um cenário catastrófico, mas acredito que não. Enquanto o ser humano mantiver esta tendência destrutiva, a ameaça permanecerá.

Tenhamos piedade de nós mesmos e comecemos o mais cedo possível a recuperação de nossas matas, de nossos rios e nossas baías a fim de que tenhamos oxigênio para respirar. E enquanto é de graça. 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Obras e curral eleitoral, o Maranhão é aqui...

Obras inacabadas
Esta manhã comecei a pensar em um post do facebook  da Luciana Oliveira sobre o por que não votar em Roberto Sobrinho. Nesta reflexão me veio à mente a questão das obras inacabadas da desastrosa administração petista na capital.
Entra as obras que lembro que ficaram sem conclusão está a Vieira Caúla com suas dez cabeças de burro lá enterradas (esta obra começou no final do primeiro mandato e já estamos quase no fim do segundo ano do mandato do Mauro e a obra não anda), a avenida Calama entre Guaporé e Mamoré (arrancaram até as árvores do canteiro central , a duplicação da Mamoré que ficou sem sinalização, a praça do Skate, os vários condomínios residenciais abandonados e que hoje estão invadidos e, é claro, as obras dos viadutos que o governo do estado teve de retomar para dar um pouco de alento àquela população.
As obras que andaram, ficaram mal feitas, mal acabadas, como muitas ruas que foram asfaltadas na zona Leste que já está todo remendado pois fol mal executado e sem drenagem. Uma  lástima o que fizeram à nossa cidade em um período que teve recursos abundantes.
Sem falar nos recursos que vieram para cá para fazer água tratada e esgoto para 100% da população e a obra foi parada, o dinheiro ninguém sabe, ninguém viu....
Por estas e outras que falo sempre que Porto Velho necessita de amor. Pois quem ama cuida, zela, preserva, quer o melhor para si e para os outros.
Quando viajo ao interior do estado fico com vergonha de morar em uma das capitais mais  feias e escuras do Brasil. Começa pela prefeitura que não dá conta do serviço, e da má educação de muitos que jogam lixo na rua auxiliando na desordem e sujeira que se vê em todas os bairros que se ande.

Curral Eleitoral
Tem político que acha que ainda vivemos o período coronelesco, onde era a parentada toda na política para “mandar” em uma cidade, estado ou região. Pelas bandas de Rondon, uma família quer se perpetuar no poder, mostrando sua força no cabresto do voto. Já tem um senador eleito, agora querem mais um pro senado, no governo e para a assembleia legislativa. Querem mandar em todas as esferas.
Talvez o povo eleja alguém do clã que quer comandar Rondônia. Caberá ao eleitor, mais uma vez, rechaçar este tipo de coronelismo. É preciso que o eleitor se conscientize e tenha liberdade para votar e busque a renovação política no estado. 

terça-feira, 1 de julho de 2014

BR-364 um socorro possível


A BR-364, foi aberta na década de 60 pelo então presidente Juscelino Kubischek, seguindo o lema do estado que era para integrar para não entregar. Ou seja, ocupar espaços do território brasileiro para evitar a entrada do “comunismo”. A estrada só foi asfaltada em 1983.
De lá para os dias atuais, o sistema e a demanda de transporte cresceram muito. Uma estrada construída para aguentar 15, 20 toneladas, hoje suporta caminhões com mais de 40 toneladas, sendo uma “guerreira” por sobreviver por tanto tempo praticamente sem melhorias.
Rondônia cresceu muito e virou corredor de transporte de grãos para o escoamento de produção, especialmente de soja, do estado do Mato Grosso e do sul do estado até o porto da Capital Porto Velho.
Mas com o aumento constante deste fluxo de carretas e veículos, a BR se mostra insuficiente para atender a demanda de transporte. Muito se fala em ferrovia Cuiabá-Porto Velho, mas enquanto ela não vem, a rodovia necessita urgentemente de ampliações.
Tenho percorrida semanalmente, juntamente com a equipe de comunicação do governo do estado, esta importante via. E constato estarrecido o fluxo contínuo a qualquer hora do dia, aliado a imprudência de motoristas de carretas e veículos de passeio.
A pressa, aliada a imprudência e o consumo de álcool e drogas, tem ceifado vidas inocentes em todo o percurso da BR. Nossa Bancada Federal precisa urgentemente pressionar o governo a investir na duplicação, senão total, mas de vários trechos da rodovia.
O progresso do estado passa pela melhoria no transporte. Com os investimentos que o estado tem feito nas agroindústrias, como por exemplo, a usina de calcário, a produção, e consequentemente o fluxo de caminhões, irão aumentar.
Tenho presenciado barbaridades de motoristas, especialmente das carretas, cometendo infrações e imprudências enormes. Aliado a tudo, a falta de sinalização só piora a situação, especialmente no período noturno.
A duplicação da BR-364 sozinha não irá resolver o problema dos acidentes, mas sim ações conjuntas como conscientização das empresas e motoristas, além do investimento maciço em outros meios de transporte, como a ferrovia e o sistema hidroviário.
Aguardemos, mas também, aproveitemos este momento de eleições para cobrar de nossos governantes e dirigentes, o comprometimento com o desenvolvimento e a produção, mas com responsabilidade com a vida dos usuários do sistema de transporte.


quarta-feira, 21 de maio de 2014

Violência sem explicação. Ou tem?

Acompanho com grande tristeza o ataque às escolas públicas, não só em Rondônia, mas em várias cidades brasileiras.  Atos puros de vandalismo contra nossas crianças, já tão sofridas pelos descaminhos de verbas que desviam recursos para merenda, ampliação de escolas, compra de materiais.

Aqui em Rondônia, para exemplificar, o governo rescindiu o contrato milionário com empresas de vigilância, e, ao mesmo tempo, repassou recursos às escolas para que elas, dentro de sua gestão participativa de pais e professores, atuassem e adquirissem os equipamentos necessários para a segurança.

Muitas escolas, no entanto, para economizar os recursos, não se precaveram contra os atos de vandalismo e instalaram poucos equipamentos, grades ou não contrataram o sistema de vigilância interligado à polícia militar.

Com isso, sofreram, e estão ainda sendo atingidas, por vândalos (não há como nominar de forma diferente), que buscam algum tipo de equipamento eletrônico para trocar por drogas nas diversas bocas de fuma existentes na capital.

No entanto, os mesmos atos de covardia e vandalismo não se observa em relação às escolas particulares, que nunca tiveram e nem terão vigilância permanente. Como sabemos, a maior parte delas tem, no máximo, alarme e poucas câmeras de vigilância. E no entanto, os ataques a estes centros de ensino não são registrados.

Não é o caso de incitar a violência, ou a depredação do bem privado. Nunca faria isso. Mas soa muito estranho, pelo menos em minha ótica, que escolas públicas após ter cessado o contrato de vigilância (que diga-se de passagem não resolvia muita coisa pois havia registros de furtos no período), passaram a ser constantemente vilipendiadas por bandidos.


A certeza é de que é preciso sim, tanto nas escolas públicas quanto privadas, um bom sistema de alarme, cercas elétricas, etc. Até porque, muitos que se dizem seres humanos, não respeitam o bem público, que dirá o privado. Por isso, a necessidade de vigilância constante. Aja vista o que aconteceu em Recife na semana passada... O preço da liberdade continua sendo, a eterna vigilância...

quinta-feira, 10 de abril de 2014

A história se repete...

O escritor Millôr Fernandes (1923-2012) escreveu certa vez se referindo às repetições históricas de fatos, que “o chato da história é que ela se repete, se repete, se repete...”. Pois bem, O PMDB, em 1986, empurrado pelo Plano Cruzado, venceu fácil as eleições, elegendo 22 dos 23 governadores de estado. Além disso fez 260 deputados federais e 44 senador. Nesta época o partido era comandado pelo saudoso Ulysses Guimarães.
Neste mesmo período, um dos partidos que surgia era o Partido dos Trabalhadores, comandados por Lula, José Dirceu e companhia, que criticavam veementemente a forma de governar o país, o congelamento dos preços e o “empurrar tudo com a barriga”, como foi feito, para após as eleições. Passadas as eleições e o partido governando o país, os preços dos produtos foram descongelados e a inflação voltou a subir estratosfericamente.
Em 2014 o Brasil se vê no mesmo dilema. Só que agora o balcão tem outro dono. O crítico contumaz virou dono do boteco e governa o país há quase 12 anos. Quem for sensato há de reconhecer que o governo do PT trouxe melhorias para a família brasileira, principalmente a de baixa renda. Quem soube administrar sua receita x despesa sabe disso. Porém, a “carruagem” perdeu o rumo. Roubos, falcatruas, inflação, desaceleração vertiginosa do crescimento do país e bancos reduzindo o financiamento da casa própria, pode levar os setores da construção civil, indústria e outros à bancarrota.
E mais, com a proximidade das eleições, o PT faz exatamente o que os oponentes fizeram no passado. Ou seja, segurando o aumento de tarifas públicas para tentar domar a inflação, bem como o aumento dos combustíveis.
Por isso, já alerto aos caros e poucos leitores, que teremos um dos piores natais de nossas vidas, pois passadas as eleições, preparemos o nosso bolso para bancar a incompetência e falta de gerenciamento do governo federal. Em especial nas tarifas de energia elétrica e combustíveis.
Os níveis de corrupção deste governo extrapolam o nível do razoável. Em especial sendo o partido que foi, aguerrido e radicalmente contra a corrupção e ao modelo econômico vigente, o que constatamos é que a história se repetiu. Ou seja, ao assumir o poder, esqueceu toda a sua ideologia e passou a agir como outras partidos que eles próprio criticava.
Não podemos mais é conceber que nosso país sofra com estes desmandos, em especial à corrupção que corrói o sistema brasileiro. É preciso um basta para que o país cresça e encontre o seu caminho de desenvolvimento. Que a história se repita, mas com coisas boas e produtivas. E zero corrupção.

terça-feira, 1 de abril de 2014

O Legislativo quer se tornar executivo



Há duas semanas atrás escrevi que a Assembleia Legislativa de Rondônia(ALE-RO) estava demonstrando claramente ao povo rondoniense que não necessitava de 24 deputados para legislar, bastand0 21, tendo em vista a leniência e relutância em não dar posse aos suplentes após a “pirotecnia” feita com alguns deputados que deveriam ter sido cassados mas como presente receberam a suspensão de seus mandatos por seis meses.

Agora, em release enviado à imprensa, a Assembleia informa que justificou à Justiça que não daria posse aos deputados suplentes para economizar e repassar este dinheiro economizado para os municípios que estão sofrendo com as cheias em várias regiões do Estado.

Sinceramente, não sabia que a ALE-RO havia se tornado executivo. Pois que eu saiba, ou é o governo federal ou estadual quem repassa recursos aos municípios, cabendo aos deputados carimbar emendas (cada deputado tem um valor “xis” para isso) legislativas ao orçamento do estado para determinadas áreas.

Mas não é isso o que está acontecendo. Demagogicamente, o legislativo estadual (lembrem-se, estamos em ano eleitoral) dá a desculpa esfarrapada de que precisa economizar para repassar este recursos.

Pois bem, se os nobres legisladores desejam mesmo economizar, que iniciem cortando suas gordas verbas legislativas, seus salários e, principalmente, os fartos e inúmeros cargos comissionados, que encarecem sobremaneira os cofres daquele poder. Mas não com atitudes demagógicas como esta, que soam também como antidemocrática, retirando o direito de cidadãos eleitos pelo povo, de, na ausência e indisponibilidade do titular, assumir o cargo, mesmo que temporariamente.


Se querem mesmo moralizar o poder, então institucionalizem a redução do número de deputados, dos atuais 24 para 21. O que para mim soa razoável, até pela inoperância deste poder e alto custo aos cofres públicos. Mais uma vez, a atitude do presidente do poder legislativo demonstra claramente que além de desnecessários os 24 membros, sonha com o poder executivo. Portanto, nos preparemos pois muitas vezes, alguns sonhos podem se tornar realidade.