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quinta-feira, 23 de abril de 2015

BR-364 um socorro possível


A BR-364, foi aberta na década de 60 pelo então presidente Juscelino Kubischek, seguindo o lema do estado que era para integrar para não entregar. Ou seja, ocupar espaços do território brasileiro para evitar a entrada do “comunismo”. A estrada só foi asfaltada em 1983.
De lá para os dias atuais, o sistema e a demanda de transporte cresceram muito. Uma estrada construída para aguentar 15, 20 toneladas, hoje suporta caminhões com mais de 40 toneladas, sendo uma “guerreira” por sobreviver por tanto tempo praticamente sem melhorias.
Rondônia cresceu muito e virou corredor de transporte de grãos para o escoamento de produção, especialmente de soja, do estado do Mato Grosso e do sul do estado até o porto da Capital Porto Velho.
Mas com o aumento constante deste fluxo de carretas e veículos, a BR se mostra insuficiente para atender a demanda de transporte. Muito se fala em ferrovia Cuiabá-Porto Velho, mas enquanto ela não vem, a rodovia necessita urgentemente de ampliações.
Tenho percorrida semanalmente, juntamente com a equipe de comunicação do governo do estado, esta importante via. E constato estarrecido o fluxo contínuo a qualquer hora do dia, aliado a imprudência de motoristas de carretas e veículos de passeio.
A pressa, aliada a imprudência e o consumo de álcool e drogas, tem ceifado vidas inocentes em todo o percurso da BR. Nossa Bancada Federal precisa urgentemente pressionar o governo a investir na duplicação, senão total, mas de vários trechos da rodovia.
O progresso do estado passa pela melhoria no transporte. Com os investimentos que o estado tem feito nas agroindústrias, como por exemplo, a usina de calcário, a produção, e consequentemente o fluxo de caminhões, irão aumentar.
Tenho presenciado barbaridades de motoristas, especialmente das carretas, cometendo infrações e imprudências enormes. Aliado a tudo, a falta de sinalização só piora a situação, especialmente no período noturno.
 A duplicação da BR-364 sozinha não irá resolver o problema dos acidentes, mas sim ações conjuntas como conscientização das empresas e motoristas, além do investimento maciço em outros meios de transporte, como a ferrovia e o sistema hidroviário.
Aguardemos, mas também, aproveitemos este momento de eleições para cobrar de nossos governantes e dirigentes, o comprometimento com o desenvolvimento e a produção, mas com responsabilidade com a vida dos usuários do sistema de transporte.



Nosso nada seguro trânsito de Porto Velho

PERIGO
Já venho postando no meu blog que a cada dia está mais perigoso o percurso entre a Avenida Jorge Teixeira e a estrada da Penal. O tráfego de caminhões a cada dia mais intenso. E são carretas do tipo bi-trem e que vão passando por cima de quem ousar atravessar sua frente. Algo precisa ser feito.

ARCO VIÁRIO
E o arco viário ainda nem saiu do papel, que possibilitará reduzir o fluxo de caminhões que passarão pela Jorge Teixeira. Digo reduzir, pois não irá acabar não. A menos que se pense em um anel viário. Aí sim, pode ser que se faça alguma coisa.

ANTES DISSO
É preciso planejamento para que não se gaste várias vezes para fazer o mesmo serviço. Temos de pensar na integração entre estrada, ferrovia e porto. Só desta maneira conseguiremos reduzir ao máximo os caminhões não só nas cidades ao longo da BR-364 mas também na capital para chegar até os portos do Grupo Amaggi e Soph.

PENAL
A Estrada da Penal, nas confluências da Guaporé e Imigrante precisa receber sinalização horizontal e vertical, além de semáforos. Quem vem do conjunto Rio Guajará e outros bairros está correndo sérios riscos ali. E isso que os grandes condomínios que estão sendo tocados ao longo da Penal ainda nem começaram a ser habitados e o fluxo de carros já é imenso na região.

VERGONHA

Fica a pergunta: estão construindo um novo supermercado na Jorge Teixeira. E na calçada da avenida deixaram desde muito tempo um grupo de feirantes que fica vendendo seus produtos em barracas que impedem a passagem de pedestres (Nunca vi isso em uma capital, sinceramente). Eles já receberam ordem de despejo, mas até quando vão ficar por lá, enfeiando e emporcalhando nossa cidade?