quarta-feira, 21 de maio de 2014
Violência sem explicação. Ou tem?
quinta-feira, 10 de abril de 2014
A história se repete...
Neste mesmo período, um dos partidos que surgia era o Partido dos Trabalhadores, comandados por Lula, José Dirceu e companhia, que criticavam veementemente a forma de governar o país, o congelamento dos preços e o “empurrar tudo com a barriga”, como foi feito, para após as eleições. Passadas as eleições e o partido governando o país, os preços dos produtos foram descongelados e a inflação voltou a subir estratosfericamente.
Em 2014 o Brasil se vê no mesmo dilema. Só que agora o balcão tem outro dono. O crítico contumaz virou dono do boteco e governa o país há quase 12 anos. Quem for sensato há de reconhecer que o governo do PT trouxe melhorias para a família brasileira, principalmente a de baixa renda. Quem soube administrar sua receita x despesa sabe disso. Porém, a “carruagem” perdeu o rumo. Roubos, falcatruas, inflação, desaceleração vertiginosa do crescimento do país e bancos reduzindo o financiamento da casa própria, pode levar os setores da construção civil, indústria e outros à bancarrota.
E mais, com a proximidade das eleições, o PT faz exatamente o que os oponentes fizeram no passado. Ou seja, segurando o aumento de tarifas públicas para tentar domar a inflação, bem como o aumento dos combustíveis.
Por isso, já alerto aos caros e poucos leitores, que teremos um dos piores natais de nossas vidas, pois passadas as eleições, preparemos o nosso bolso para bancar a incompetência e falta de gerenciamento do governo federal. Em especial nas tarifas de energia elétrica e combustíveis.
Os níveis de corrupção deste governo extrapolam o nível do razoável. Em especial sendo o partido que foi, aguerrido e radicalmente contra a corrupção e ao modelo econômico vigente, o que constatamos é que a história se repetiu. Ou seja, ao assumir o poder, esqueceu toda a sua ideologia e passou a agir como outras partidos que eles próprio criticava.
Não podemos mais é conceber que nosso país sofra com estes desmandos, em especial à corrupção que corrói o sistema brasileiro. É preciso um basta para que o país cresça e encontre o seu caminho de desenvolvimento. Que a história se repita, mas com coisas boas e produtivas. E zero corrupção.
terça-feira, 1 de abril de 2014
O Legislativo quer se tornar executivo
quinta-feira, 8 de março de 2012
Descaso com o dinheiro público
Todos os anos nos deparamos em épocas de carnaval e festas juninas com as escolas de samba e grupos folclóricos de pires na mão pedindo dinheiro público (portanto de todos) para poder realizar as festas. Caso contrário, nada de carnaval, nada de flor do maracujá.
Acontece que todo ano também se repete o desleixo, o descaso e qualquer outro adjetivo que o leitor quiser, com o dinheiro público. Como se comprova nas fotos, muito material das escolas de samba estão jogados, apodrecendo na rua Uruguai entre Tiradentes e Migrantes. Ou seja, esperam pelo dinheiro, o dinheiro é liberado, as agremiações utilizam materiais extremamente baratos e de péssima qualidade (afinal vai durar menos de 1h na avenida) e depois deixam jogados e amontoados no meio da rua, como se fora um lixo qualquer.
O poder público deveria cobrar um mínimo de responsabilidade destas escolas para poder receber novos recursos. A escola que não recolher, que deixar jogado o seu material na avenida não mais receberá dinheiro público. Afinal, esta é a responsabilidade: sujou, limpa.
E é preciso começar a repensar esta questão de financiamento destas festas pelo poder público. Creio que a Prefeitura, o Estado, deveriam fornecer estrutura, conceder um terreno para que as agremiações construam suas sedes com a estrutura necessária para seu funcionamento. Mas montar carnaval com dinheiro público, não é o correto. E se tem dinheiro público, que se exija mais qualidade, um mínimo de qualidade. E outra, também quero dinheiro público para montar espetáculos de teatro, o pessoal da música e dança deveria fazer o mesmo. Afinal, se é público, deve ser para todos. Ou então, mudem o slogan da atual administração.
