"Vizu" na página

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

JUSTIÇA X EDUCAÇÃO

Justiça dá a estudante adventista direito de faltar a aulas


PARTICULARMENTE ACHO UM ABSURDO A DECISÃO DO JUIZ EM CONCEDER ESTA LIMINAR. NEM PARECE QUE TEVE DE ESTUDAR E PARTICIPAR DAS AULAS PARA CONSEGUIR SEU DIPLOMA.

A ESTUDANTE TEM SIM DIREITO AO SEU CULTO E RELIGIÃO, MAS AO MESMO TEMPO TEM O DEVER DE CUMPRIR COM SUAS OBRIGAÇÕES PERANTE A CLASSE E A LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL. DAQUI A POUCO NENHUM ALUNO VAI QUERER IR ÀS AULAS E VAI ALEGAR "SE ELA NÃO VAI,PORQUE EU TENHO DE IR?". QUAL A MORAL DA FACULDADE EM REPROVAR UMA ACADÊMICO POR FALTAS SENDO QUE A LEI DIZ QUE AS DISCIPLINAS SÃO PRESENCIAIS E HÁ UMA TOLERÂNCIA DE 25%?

ABRIU-SE UM PRECEDENTE MUITO PERIGOSO. MUITO PERIGOSO... É PRECISO REPENSAR ESSE NEGÓCIO DE DIREITO PRA ISSO, PARA AQUILO, COTAS DISSO... VAMOS ACABAR EM UMA VALA COMUM MUITO PERIGOSA.
PARA LER A MATÉRIA COMPLETA NO SITE UOL, BASTA CLICAR AQUI

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Chega de clientelismo

Eu fico indignado quando leio sobre ações clientelistas de assistencialismo em bairros promovidos por vereadores, e por entidades.
São ações importantes? Claro que são. Mas irei comemorar o dia que não forem mais necessárias. Explico: quando isso acontecer, será um indicativo de que o povo brasileiro saiu de sua condição de miserável e passou a ter condições de pagar pelos serviços, que nestas ações, são realizadas gratuitamente.
Fico realmente chocado quando vejo filas enormes para retirar documentos, bater uma fotografia, cortar cabelo gratuitamente. Outras filas para poder ganhar um kit com escova e creme dental, e sabonete.
Nosso povo não merece isso. Mas por que não temos acesso a tudo isso? Porque se rouba demais nesse país. Só este ano no Brasil, 06 (SEIS) Ministros de Estado do Governo LULA, quer dizer, Dilma já foram afastados de suas funções por ser conivente e ou acusados diretamente de corrupção.
E ela grassa em todos os níveis (Federal, Estadual e Municipal).
Gente, quem desvia dinheiro da merenda, da educação, esporte e saúde (que são básicos) deveria apodrecer na cadeia. Mas o que vemos? Impunidade.
Vou parar meu comentário por aqui pois minha indignação é tão grande que posso escrever o que não devo. Mas um dia esta situação pode mudar. Aguardem, 2012 é bem aí.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mostra cinema e direitos humanos


Mostra de cinema terá discussão sobre Direitos Humanos na América do Sul

Filmes sobre melhor idade, infância, sexualidade e deficiência serão prioridades na 6ª Mostra de Direitos Humanos na América do Sul

Começa no próximo dia 17 de outubro a 6ª Mostra de Direitos Humanos da América do Sul, realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, por meio da Cinemateca Brasileira. Serão exibidos filmes históricos, clássicos do cinema e de autores ainda desconhecidos. Segundo o curador da Mostra, cineasta Francisco César Filho, esta é uma mostra contemporânea que se distingue porque muitos títulos são inéditos no Brasil.

Para o curador, um dos desafios foi compor filmes de todos os 10 países latino americanos que produzem cinema voltado para a temática. “A área de Direitos Humanos tem um leque muito grande que diz respeito a todos nós como a educação, o meio ambiente, a criança, o idoso, a mulher e não apenas à violência, como geralmente se imagina. O resultado da Mostra atingirá o público voltado ao cinema e a estas questões”, analisa. “Tivemos a preocupação de escolher filmes com narrativas envolventes, que contam boas histórias. Dois bons exemplos são os filmes Cabra Cega e Araguaya.”, destaca.

Este ano, segundo o curador, alguns filmes foram indicados pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH). Também foram escolhidos filmes clássicos. “Por exemplo, teremos filmes sobre a saúde mental, uma vez que comemora-se 10 anos da reforma psiquiátrica. Um filme selecionado nesta tema foi o Bicho de Sete Cabeças, com o ator Rodrigo Santoro. Em referência aos 20 da criação do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), selecionamos o filme Central do Brasil, com a atriz Fernanda Montenegro. O filme Chuvas de Verão, da década de 70, foi um filme revolucionário que aborda o aspecto sexual dos idosos e é um filme corajoso e sensível. Já o filme Morango e Chocolate trata dos direitos dos homossexuais”, explica.

Em Porto Velho, a Mostra será no CineSesc, às 19h. A sessão inicial terá três filmes, curta-metragem: Doce de Coco, Tempo de Criança e Máscara Negra. Na terça, 18-10, mais nove filmes, entre curta e longa-metragens, com destaque para os dois documentários que tratam da Guerrilha do Araguaia, conflito armado ocorrido na década de 1970 no interior do Brasil.

CineSESC Rondônia

120 lugares - (69) 3229.6006 ramal 239

Av. Presidente Dutra, 4175 – Pedrinhas

ENTRADA FRANCA


6ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos pela primeira vez em Porto Velho

Diretor da Cinemateca destaca a acessibilidade ao público

Vinte e seis capitais brasileiras (e Distrito Federal) , e pela primeira vez Porto Velho, receberão a 6ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos da América Latina, um evento que tem a parceria do Ministério da Cultura, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e Petrobrás. Na capital rondoniense a Mostra será de 17 a 24 de outubro, no Sesc, também parceiro em nível nacional. Mais de 46 produções em sessões a partir das 14 horas, serão exibidas ao público local com destaque para a inclusão.

O diretor da Cinemateca Brasileira de São Paulo, Carlos Magalhães, explicou que uma das principais preocupações da organização é dar acessibilidade ao público com necessidades especiais nas salas de exibição de todo o Brasil. A cinemateca é a produtora oficial da Mostra e por isso reuniu os produtores locais (representantes de todos os estados) em uma reunião no último dia 16, na capital paulista. Na ocasião foram traçadas as estratégias de divulgação e acessibilidade para o evento.

“Um ponto importante é que 100% dos filmes têm closed caption (legenda), que auxilia o deficiente auditivo. Em outros casos, temos filmes com a audiodescrição destinados aos deficientes visuais. Estes serão exibidos em duas sessões especiais em cada estado”, destacou Magalhães.

O diretor afirmou que os filmes e as respectivas sinopses das obras escolhidas estarão disponíveis no site oficial da Mostra. Cada filme é classificado com o direito específico estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Reflexão

Para Carlos Magalhães a Mostra servirá mais uma vez para promover a reflexão, sendo o cinema o instrumento de debate. O trabalho da Cinemateca Brasileira está seguindo uma política pública estabelecida pela Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal. No caso da Mostra que ocorre em 26 capitais e Distrito Federal o desafio para os produtores locais é articular os interessados nestes temas, como universidades, escolas, lideranças políticas e sindicais, terceiro setor, dentre outros e provocar o debate. “A Cinemateca tem buscado um alinhamento de trabalho em nível nacional a partir desta política de Direitos Humanos e estamos abertos às questões particulares de cada região”, ressalta.

Para as próximas Mostras o diretor destacou que a Cinemateca pretende ampliar as exibições com filmes de cada estado, atendendo a produções e especificidades ainda desconhecidas de um País continental como é Brasil. “A convocatória é mista. Os filmes são propostos pela Curadoria. Mas a ideia de abrir para filmes de realizadores locais é importante e queremos ampliar esta participação”, finalizou.


Crise


Enquanto o mundo se preocupa com a baixa do dólar, a crise na Europa, e a possível desaceleração da economia chinesa, aqui em Porto Velho City, os portovelhenses (eu me incluo nessa) lotaram o Porto Velho Shopping em uma demonstração consumista e de que a crise (que crise?) passa bem longe da BR 364. Para comprovar coloco uma fotinho. Hoje foi terrível, fila pra tudo. Só fiquei porque havia adquirido ingressos pro cinema via internet.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Filiação e outras

Filiação
Pois é, pessoal. Hoje acabei por me filiar ao PTB. Não sei ainda se poderei ser candidato ou não em 2012. Tenho muita vontade, mas nenhum recurso financeiro. Tenho amigos, conhecidos e uma ficha limpa. Talvez não seja suficiente. Talvez seja mais que isso. O tempo dirá. O certo é que acho que chegou a hora de mostrar a cara. Cansei de urrar pelos cantos por minha cidade não ter isso, não ter aquilo. Espero poder participar mais ativamente das decisões do que queremos para Porto Velho daqui 10, 20, 30 anos. Ou seja, para os que virão. É preciso pensar uma capital mais moderna, com sistema de transporte dinâmico e eficaz, que atenda ao cidadão por um preço justo. Não é possível aceitar de cabeça baixa tudo isso. Precisamos de obras estruturantes, da criação de mais espaços de cultura e lazer, criar oportunidade aos jovens de extrapolar suas adrenalinas para não cairem nas drogas. O custo social é bem maior. Será que ninguém vê isso? Por essas e outras que desejo tentar mudar um pouco a situação das coisas. Ajudar com meu trabalho e esforço o meu companheiro de trabalho, o meu vizinho, a minha cidade que adotei para morar.

Ruas
O bairro Aponiã, mais precisamente o conjunto Guajará onde moro e adjacências, está recebendo muita obra estruturante. A Prefeitura finalmente está fazendo o correto: enterrando dinheiro. Infelizmente ainda falta água e saneamento. As ruas serão todas quebradas novamente, pois o Governo Cassol ao invés de fazer todo serviço de uma só vez, resolveu fazer por partes, assim, Porto Velho vai se transformando num queijo Suíço. E o dinheiro, pra onde foi? Olha o chicote heim Cassol?

Investimentos
Outros setores que necessitam muitos investimentos são o da educação e cultura. Se conseguirmos educar e formar melhor nossas crianças na rede pública, com certeza evitaremos muitos gastos no futuro com colônias penais, presídios, clínicas de recuperação... é a mais pura verdade.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Chuvas

Se por um lado o início do período chuvoso na região Norte, mais precisamente em Rondônia trouxe um lenitivo ao forte calor do verão amazônico, por outro traz grandes preocupações.
1) a Prefeitura de Porto Velho, apesar de realizar obras importantes na capital acaba por atrasá-las a ponto de torná-las inacabadas ou um pesadelo para a população;
2) Tenho acompanhado de perto algumas obras de infraestrutura na capital, e, pela primeira vez, verifico um trabalho de qualidade sendo realizado, com instalação de manilhas em locais importantes da cidade, o que deverá reduzir sobremaneira a questão dos alagamentos nas fortes chuvas amazônicas.
3) No entanto, justamente porque a prefeitura não consegue trabalhar no período chuvoso, as obras no verão andam a passos muiiiito lentos. Não consigo conceber que se trabalhando apenas 5 meses ao ano, não seja instalado um 3º turno de trabalho e também aos fins de semana. Em qualquer local civilizado acontece isso. Somente aqui que não? Por quê?
Lembro que há uns dois anos atrás estava em São Paulo quando a Prefeitura realizava obras para receber o grande Prêmio da Fórmula Indy. Os caras instalaram luminárias nas avenidas e grande sinalização para poder trabalhar no período noturno, sábado, domingo e incluindo feriado de carnaval, havia gente trabalhando. Incrível quando se quer, se faz acontecer.
Vamos aguardar e verificar como ficam as obras da Vieira Caúla, Mamoré e bairro Aponiã em geral. sem falar nos famosos viadutos e paralelas da BR 364 e sinalização que já virou minissérie que está na 5ª temporada. Muita gente já viajou para o exterior com o dinheiro dessa obras. Mas terminá-las que é bom, nada.
Eu gosto que os órgãos competentes para fiscalizar não se mexem. O MP até que fez uma reunião com a Prefeitura em relação aos viadutos. Vamos ver no que vai dar...

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Por que defendo o diploma de jornalismo e das demais profissões

Este é o título do artigo assinado pelo Dep. Federal do PT-RS Paulo Pimenta, que também é jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Maria-UFSM e é autor da PEC dos Jornalistas.

Ele defende a profissão e contesta a decisão do STF baseado em um argumento simples: Jornalismo não é livre manifestação do pensamento, é atividade profissional, remunerada. "O jornalismo faz parte da primeira fase do jornalismo. Já no século XVIII, o jornalista inglês Samuel Buckley separou as notícias dos artigos, deixando clara a necessidade de se diferencias informação de opinião. Portanto, jornalismo não é opinião, logo não é exercício de liberdade de expressão, não se tratando de direito fundamental". Mais adiante segue ele em seu artigo "O critério para decidir se um diploma deve ser obrigatório não é, como disseram os ministros, a capacidade inequívoca, cristalina, para evitar erros e danos à Sociedade, porque nenhum diploma garante isso. Prova disso são os inúmeros erros médicos, jurídicos e de engenharia cotidianamente noticiados. Em vez disso, o critério mais adequado é a capacidade efetiva de um curso para qualificar serviços fundamentais para os indivíduos e para as sociedades, como é o jornalismo nas complexas sociedades contemporâneas.

Somado a tudo isso, Gilmar Mendes, em seu voto, afirma que o jornalismo foi a primeira profissão que o STF desregulamentou. Segundo ele, somente as engenharias, as ciências médicas e o direito são profissões que necessitam de formação superior, e que o STF passaria a acolher demais recursos contra as profissões, à exceção das citadas acima, consideradas pela Corte como fundamentais.

Concordo com o deputado quando ele diz que "nenhuma decisão dos poderes deva desestimular as pessoas a buscar uma melhor condição intelectual". Isso contraria inclusive todos os esforços que o Governo Federal vem envidando em melhorar o acesso da população ao ensino superior e melhorar sua qualidade. Portanto, a decisão do STF vem na direção contrária ao incentivar a não qualificação.

Finalizando ele afirma citando o estudioso em comunicação Edson Spenthof "com isso, o Brasil retrocede nos dois sentidos: o jornalista, entregue ao domínio do empregador, deixou de ser, para meramente estar (jornalista), a depender da situação conjuntural de possuir um contrato de trabalho, e o dono de mídia abocanha também um poder na sociedade, o de órgão regulador".

Quem desejar entrar em contato com o Deputado para saber outras informações sobre o andamento da PEC dos jornalistas, o email dele é: dep.paulopimenta@camara.gov.br . Por obrigação devemos não só saber informações, mas como cobrar e auxiliar na divulgação e batalhar por nossa profissão.