quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
JUSTIÇA X EDUCAÇÃO
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Chega de clientelismo
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Mostra cinema e direitos humanos

Mostra de cinema terá discussão sobre Direitos Humanos na América do Sul
Filmes sobre melhor idade, infância, sexualidade e deficiência serão prioridades na 6ª Mostra de Direitos Humanos na América do Sul
Começa no próximo dia 17 de outubro a 6ª Mostra de Direitos Humanos da América do Sul, realizada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, por meio da Cinemateca Brasileira. Serão exibidos filmes históricos, clássicos do cinema e de autores ainda desconhecidos. Segundo o curador da Mostra, cineasta Francisco César Filho, esta é uma mostra contemporânea que se distingue porque muitos títulos são inéditos no Brasil.
Para o curador, um dos desafios foi compor filmes de todos os 10 países latino americanos que produzem cinema voltado para a temática. “A área de Direitos Humanos tem um leque muito grande que diz respeito a todos nós como a educação, o meio ambiente, a criança, o idoso, a mulher e não apenas à violência, como geralmente se imagina. O resultado da Mostra atingirá o público voltado ao cinema e a estas questões”, analisa. “Tivemos a preocupação de escolher filmes com narrativas envolventes, que contam boas histórias. Dois bons exemplos são os filmes Cabra Cega e Araguaya.”, destaca.
Este ano, segundo o curador, alguns filmes foram indicados pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH). Também foram escolhidos filmes clássicos. “Por exemplo, teremos filmes sobre a saúde mental, uma vez que comemora-se 10 anos da reforma psiquiátrica. Um filme selecionado nesta tema foi o Bicho de Sete Cabeças, com o ator Rodrigo Santoro. Em referência aos 20 da criação do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), selecionamos o filme Central do Brasil, com a atriz Fernanda Montenegro. O filme Chuvas de Verão, da década de 70, foi um filme revolucionário que aborda o aspecto sexual dos idosos e é um filme corajoso e sensível. Já o filme Morango e Chocolate trata dos direitos dos homossexuais”, explica.
Em Porto Velho, a Mostra será no CineSesc, às 19h. A sessão inicial terá três filmes, curta-metragem: Doce de Coco, Tempo de Criança e Máscara Negra. Na terça, 18-10, mais nove filmes, entre curta e longa-metragens, com destaque para os dois documentários que tratam da Guerrilha do Araguaia, conflito armado ocorrido na década de 1970 no interior do Brasil.
CineSESC Rondônia
120 lugares - (69) 3229.6006 ramal 239
Av. Presidente Dutra, 4175 – Pedrinhas
ENTRADA FRANCA
6ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos pela primeira vez em Porto Velho
Diretor da Cinemateca destaca a acessibilidade ao público
Vinte e seis capitais brasileiras (e Distrito Federal) , e pela primeira vez Porto Velho, receberão a 6ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos da América Latina, um evento que tem a parceria do Ministério da Cultura, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e Petrobrás. Na capital rondoniense a Mostra será de 17 a 24 de outubro, no Sesc, também parceiro em nível nacional. Mais de 46 produções em sessões a partir das 14 horas, serão exibidas ao público local com destaque para a inclusão.
O diretor da Cinemateca Brasileira de São Paulo, Carlos Magalhães, explicou que uma das principais preocupações da organização é dar acessibilidade ao público com necessidades especiais nas salas de exibição de todo o Brasil. A cinemateca é a produtora oficial da Mostra e por isso reuniu os produtores locais (representantes de todos os estados) em uma reunião no último dia 16, na capital paulista. Na ocasião foram traçadas as estratégias de divulgação e acessibilidade para o evento.
“Um ponto importante é que 100% dos filmes têm closed caption (legenda), que auxilia o deficiente auditivo. Em outros casos, temos filmes com a audiodescrição destinados aos deficientes visuais. Estes serão exibidos em duas sessões especiais em cada estado”, destacou Magalhães.
O diretor afirmou que os filmes e as respectivas sinopses das obras escolhidas estarão disponíveis no site oficial da Mostra. Cada filme é classificado com o direito específico estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU).
Reflexão
Para Carlos Magalhães a Mostra servirá mais uma vez para promover a reflexão, sendo o cinema o instrumento de debate. O trabalho da Cinemateca Brasileira está seguindo uma política pública estabelecida pela Secretaria de Direitos Humanos do Governo Federal. No caso da Mostra que ocorre em 26 capitais e Distrito Federal o desafio para os produtores locais é articular os interessados nestes temas, como universidades, escolas, lideranças políticas e sindicais, terceiro setor, dentre outros e provocar o debate. “A Cinemateca tem buscado um alinhamento de trabalho em nível nacional a partir desta política de Direitos Humanos e estamos abertos às questões particulares de cada região”, ressalta.
Para as próximas Mostras o diretor destacou que a Cinemateca pretende ampliar as exibições com filmes de cada estado, atendendo a produções e especificidades ainda desconhecidas de um País continental como é Brasil. “A convocatória é mista. Os filmes são propostos pela Curadoria. Mas a ideia de abrir para filmes de realizadores locais é importante e queremos ampliar esta participação”, finalizou.
Crise

Enquanto o mundo se preocupa com a baixa do dólar, a crise na Europa, e a possível desaceleração da economia chinesa, aqui em Porto Velho City, os portovelhenses (eu me incluo nessa) lotaram o Porto Velho Shopping em uma demonstração consumista e de que a crise (que crise?) passa bem longe da BR 364. Para comprovar coloco uma fotinho. Hoje foi terrível, fila pra tudo. Só fiquei porque havia adquirido ingressos pro cinema via internet.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Filiação e outras
Pois é, pessoal. Hoje acabei por me filiar ao PTB. Não sei ainda se poderei ser candidato ou não em 2012. Tenho muita vontade, mas nenhum recurso financeiro. Tenho amigos, conhecidos e uma ficha limpa. Talvez não seja suficiente. Talvez seja mais que isso. O tempo dirá. O certo é que acho que chegou a hora de mostrar a cara. Cansei de urrar pelos cantos por minha cidade não ter isso, não ter aquilo. Espero poder participar mais ativamente das decisões do que queremos para Porto Velho daqui 10, 20, 30 anos. Ou seja, para os que virão. É preciso pensar uma capital mais moderna, com sistema de transporte dinâmico e eficaz, que atenda ao cidadão por um preço justo. Não é possível aceitar de cabeça baixa tudo isso. Precisamos de obras estruturantes, da criação de mais espaços de cultura e lazer, criar oportunidade aos jovens de extrapolar suas adrenalinas para não cairem nas drogas. O custo social é bem maior. Será que ninguém vê isso? Por essas e outras que desejo tentar mudar um pouco a situação das coisas. Ajudar com meu trabalho e esforço o meu companheiro de trabalho, o meu vizinho, a minha cidade que adotei para morar.
Ruas
O bairro Aponiã, mais precisamente o conjunto Guajará onde moro e adjacências, está recebendo muita obra estruturante. A Prefeitura finalmente está fazendo o correto: enterrando dinheiro. Infelizmente ainda falta água e saneamento. As ruas serão todas quebradas novamente, pois o Governo Cassol ao invés de fazer todo serviço de uma só vez, resolveu fazer por partes, assim, Porto Velho vai se transformando num queijo Suíço. E o dinheiro, pra onde foi? Olha o chicote heim Cassol?
Investimentos
Outros setores que necessitam muitos investimentos são o da educação e cultura. Se conseguirmos educar e formar melhor nossas crianças na rede pública, com certeza evitaremos muitos gastos no futuro com colônias penais, presídios, clínicas de recuperação... é a mais pura verdade.
