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quarta-feira, 19 de agosto de 2015

FUmaça, PT e paralímpicos


Fumaça
Lastimável a situação da fumaça em Rondônia. Um problema cultural que culmina nos postos de saúde. O hábito de queimar para limpar terrenos e lavouras causa sérios problemas respiratórios em toda população, além de transtornos para a aviação e riscos para quem cruza a nossa já perigosa BR 364.

Trabalho
No entanto, este severo verão amazônico, que castiga severamente este ano as paragens de Rondônia, estão beneficiando ao Governo do Estado e Prefeituras para a realização de obras. Com a ausência de chuvas, não podem reclamar do tempo, ao contrário, devem aproveitar e acelerar as obras de drenagem e asfalto, principalmente...

PT – tira e bota na miséria
Sinceramente não consigo compreender... o PT se vangloria de ter tirado mais de 50 milhões de brasileiros da linha de pobreza. E agora, com as medidas que tem tomado, vemos que está tentando empurrar todos de volta não para a pobreza, mas para a miséria total e absoluta. Só a conta de energia aumentos em 50%. Um absurdo!!!
Ao invés de cortar ministérios e outras despesas públicas ineficazes, prefere aumentar impostos e colocar na conta do povo brasileiro o peso de sua incompetência.

Paralímpicos
Pouco noticiado pela mídia, os jogos paralímpicos de Toronto, no Canadá, encerraram no dia 16 de agosto, com pouca ou nenhuma repercussão pela grande mídia. E pasmem, o Brasil foi o recordista de medalhas, obtendo 257 no total. Muitos destes atletas só conseguem treinar devido o bolsa atleta, concedido pelo governo federal para que eles possam se dedicar exclusivamente ao esporte.
Já escrevi em outras oportunidades de que ao invés de socorrer clubes de futebol (que não são públicos) o Governo Federal deveria investir em centros esportivos das várias modalidades esportivas para melhorar o desempenho e trazer mais medalhas olímpicas para o país. Está aí um resultado.
Comparem: no total, o Brasil obteve 257 medalhas (109 ouros, 74 pratas e 74 bronzes), contra 168 do Canadá (50 ouros, 63 pratas e 55 bronzes) e 135 dos EUA (40, 51 e 44 respectivamente). Foram quase 100 medalhas de ouro a mais que o segundo classificado.
Após os três primeiros classificados, ficaram México (38 ouros), Colômbia (24), Cuba (19), Argentina (18), Venezuela (8), Chile (4) e Jamaica (2).



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