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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Escândalos


Enquanto no Brasil, cada vez mais aparecem escândalos de superfaturamento de obras, cobrança de propinas, desvios de recursos públicos, entre tantos outros, o Japão nos dá um exemplo de coerência política.

Renúncia
O Primeiro Ministro da economia japonês renunciou após denúncias de recebimento de dinheiro em uma disputa por terras. Segundo as informações o valor seria de aproximadamente U$$ 8,400 (oito mil e quatrocentos dólares). O que para os padrões brasileiros é uma “merreca”, ou para entrar no linguajar da Lava Jato, um “Pixuleco”.

Vergonha
Realmente é uma vergonha moral a que passamos atualmente em nosso país. Citei o caso do Japão por ser considerado um país sério, com baixíssimo índice de corrupção. Mas aqui, políticos que defendiam as contas públicas, prisão para corruptos, o corte de gastos, etc, quando chegaram ao poder fizeram exatamente o contrário do que pregavam, abrindo os cofres para a corrupção e leniência.
A coisa está tão desaforada nas esferas governamentais que quando aparece alguém que roubou algo como R$ 100 mil é chamado de frouxo e a população nem estranha e ainda exclama: “só isso?!”, e dá de ombros e sai rindo da situação.

Espaço nada alternativo

E as obras do Espaço Alternativo continuam paradas conforme já denunciei há vários meses atrás (outubro de 2015) e o que está pronto necessita de reforma. Seja os brinquedos que se encontram enferrujados, seja o cimento colocado nos pisos que está todo rachado. Uma lástima o que fizeram com nosso dinheiro. 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Pichações, estacionamento e descaso com patrimônio

Pichações
Ainda em Santa Maria (RS), minha terra natal, vislumbro um triste cenário para uma cidade que é chamada de Cultura. Refiro-me a grande quantidade de pichações nas fachadas das casas e prédios da cidade. Pinturas de mau gosto, sem sentido algum, feitas com o único propósito de desafiar as autoridades e o perigo, tendo em vista que muitas são realizadas em grandes alturas nos prédios.
Já vi pichações em Porto Velho, mas espero que a moda não pegue e que as autoridades tomem providências quanto a isso. Aqui foi criada uma lei que pune em até R$ 5 mil quem for pego realizando pichações. No entanto, as “pinturas” são feitas sempre na calada da noite e somente um flagrante poderia pegar os baderneiros que assim procedem. O que nem sempre vai acontecer. É feiura e tristeza distribuída em toda a cidade. Uma lástima.

Parquímetro
Uma ideia que já toma conta de várias cidades do país e que poderia ser adotada em Porto Velho para disciplinar e democratizar o tempo de estacionamento das ruas e avenidas centrais é a adoção de parquímetros, ou seja, pagamento por tempo determinado para utilizar a via pública com veículos particulares.
Evidente que esta ação deve ser precedida de estudos e análises, além do destino do dinheiro arrecadado e áreas onde seria instalado. Sou favorável pois o sistema democratiza o espaço público, pois em muitas regiões centrais o espaço é tomado por trabalhadores que vão ao trabalho de carro e deixam seus veículos parados o dia inteiro no centro da cidade, ocupando uma vaga que poderia ser utilizada por um cliente.
A medida é polêmica, eu sei, e deve vir acompanhada da melhoria do sistema de transporte (algo que ainda está longe de ser uma realidade em Porto Velho) e que com certeza também irá proliferar o surgimento de estacionamentos particulares na região central (algo que já está acontecendo). Para constar, o custo é de R$ 0,80 por meia-hora. Os estacionamentos particulares cobram, em médio R$ 4,00 a hora na região central.


Abandono
Santa Maria, assim como Porto Velho também teve seu apogeu através das linhas ferroviárias. Mas lamentavelmente este barato e que poderia ser moderno meio de transporte está abandonado. Fico triste em ver um país continental não investir nesta modalidade. Atualmente, somente uma empresa transporta grãos e combustíveis pelos velhos trilhos. 



A vila Belga, construída para abrigar os trabalhadores da ferrovia, também esta abandonada. Chegou a ser recuperada com pintura nas fachadas mas a manutenção está longe de ser uma realidade. É o patrimônio histórico sendo relegado. Que história contarão às futuras gerações? 

Soja, problema ou solução - minha análise

Viagem
Em viagem visitando parentes no Rio Grande do Sul (RS), em Santa Maria e região, me deparei com cenários alarmantes do grande quantitativo de campos que antes abrigavam criações de bovinos e ovinos e que se transformaram em lavouras da monocultura da soja. Fiquei estarrecido pela abrangência que a oleaginosa atingiu no Estado. O problema (no meu entendimento) é que todas as lavouras são plantadas com sementes transgênicas e necessitam de uma quantidade considerável de pesticidas. É evidente que o “mar verde” é lindo de se ver, mas a soja está acabando com outros cultivos.
As plantações se estendem em todas as direções, até onde a vista alcança.



Explico
Como as lavouras cada vez mais se aproximam das cidades e casas dos agricultores para aproveitar cada centímetro de terra disponível, os herbicidas e larvicidas despejados às toneladas nas lavouras, acabam sendo levados pelo vento para nascentes de água e para os pomares, destruindo tudo. É triste de ver parentes que antes cultivavam tudo para sua subsistência agora comprar até o leite em supermercados. Eu acho isso trágico.

Região centro-oeste do Estado está tomada pelas lavouras da cultura de soja
Me assusta
Fiz os comentários acima para alertar nossas autoridades rondonienses, tendo em vista que a soja chegou (pelo visto) para ficar nas lavouras de todo Estado. É preciso repensar se é isso que queremos para Rondônia e para a economia. Vejo a grande quantidade de campos abertos atualmente e que futuramente, se nada for feito, se transformarão em lavouras de soja, podem ter certeza. A indústria é muito forte e o preço do produto irá fazer com que nossos produtores migrem para esta monocultura. E nossos rios, nossas florestas? Estou muito preocupado.


No entanto...
No jornal Diário de Santa Maria, edição desta quarta-feira (13), foi publicado um estudo que foi financiado pela Prefeitura Municipal de Santa Maria (cerca de R$ 200 mil), realizado entre 2014 e 2015 pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com o Ministério da Agricultura e apoio técnico da Universidade Federal de Santa Maria. Segundo a reportagem, o estudo é único no Brasil e aumenta a possibilidade de expandir a produção agrícola no município.

O que foi feito...
No estudo edafoclimático (solo e clima) foram analisados amostras de solo da região e potencial hídrico e com isso foi apontado quais as culturas para cada área da região. Com isso foram apontadas 16 culturas, entre as já tradicionalmente plantadas como soja, arroz e novas culturas como oliveiras e nóz-pecã e citrus. Com este estudo será possível redirecionar políticas públicas rurais já existentes.
Segundo o secretário de Desenvolvimento Rural do município, Rodrigo de Oliveira Menna Barreto o levantamento servirá para, além do redirecionamento de políticas públicas para o setor, servir para conhecimento dos produtores já estabelecidos em Santa Maria e ainda, atrair novos investidores para a cidade. O estudo é uma peça fundamental para a tomada de decisões, principalmente as técnicas, orientando os agricultores para diversificar a produção, além de fazer uso eficiente dos recursos naturais. É citado na reportagem o cultivo de oliveiras, a qual já existe a projeção do plantio de 40 hectares ainda este ano, o que viabilizaria a instalação de uma indústria, a qual já existe um grupo interessado em se instalar na cidade.

Quem sabe...
Um estudo desta magnitude também poderia ser realizado em terras rondonienses, mostrando o potencial de cada região, para melhor aproveitamento das áreas agriculturáveis. O que não podemos é deixar que a monocultura e a indústria da soja tome conta do Estado com o único pretexto econômico. É preciso ver e se analisar os custos benefícios de tudo isso. O que eu vi é estarrecedor. Áreas foram devastadas, nascentes de água destruídas, áreas à beira da estrada (que é reservada ao Dnit) invadidas pelos agricultores que aproveitam qualquer pedacinho de chão agriculturável para extrair um pouco mais de lucro. Pensemos nisso.



quarta-feira, 4 de novembro de 2015

MENTIRAS DO PT

Fico triste em ter de escrever certas coisas, mas acho importante para que fiquem registradas. Até porque ajudei a eleger este partido, colocar Lula no poder por acreditar que este seria O PARTIDO capaz de “acabar com tudo isso que estava aí”. O tudo quer dizer a corrupção, bandalheira e tudo de podre.

NO ENTANTO
O que se viu foi um partido corrupto (certas pessoas), que assolou o país de tal forma que fez de tudo o que pode para se manter no poder. E o pior, está fazendo tudo aquilo que afirmava na campanha que o opositor faria (aumentar impostos, combustível, energia, entre outros). Agora a maior mentira é repetida pela Dilma de que não cortará benefícios sociais como o Bolsa Família. O que quero deixar claro é que haverá corte sim. E quem depende deste benefício que se cuide e trate de arrumar um trabalho. A mamata acabou.

LOMBADAS
Absurdo isso. Mas é verdade. Em Porto Velho é assim. Colocam o semáforo no local apropriado mas não retiram o redutor de velocidade (quebra-molas) existente no local. Com isso só atrasa ainda mais o já caótico trânsito da capital. É de cair os butiá do bolso....

MAL ABRIU, VAI FECHAR
Pois é, nosso tão esperado Teatro Estadual está funcionando há apenas um ano e já vai fechar para reformas. E querem saber o motivo? O material colocado lá pela empreiteira foi tão podre (e mal fiscalizado pelo órgão “competente”) que já está deteriorado. Me refiro a madeira do palco que está tomado pelo cupim. Lá se foram mais butiá do bolso...
Esperamos tanto por este teatro e agora já fechar? A classe artística está em luto, com certeza. Mas que seja breve o fechamento e retorne logo. 


MOTOS


É impressionante a quantidade de motos no trânsito. E mais abismal ainda é a falta de educação de muitos motociclistas no trânsito. Na foto fica provada a bagunça que virou nosso trânsito. Eu hoje (04-11) parei o carro e imediatamente fui cercado por 14 motos que vieram de todos os lados. Lei de trânsito? Para quê? Para quem? Não cai mais butiá pois “se acabaram”. E ainda tem gente querendo resolver a problemática do trânsito colocando bandeirinha branca para desfilar nos carros. Me poupem... isso é paliativo... Educação, gente! E-DU-CA-ÇÃO...

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Obras paradas, povo triste!

Em uma das últimas postagens reclamei aqui da paralisação de obras que acabam por prejudicar a população. E obras já em fase de conclusão, faltando pouco para ser entregue. Isso causa aborrecimentos a quem já deveria estar usufruindo deste bem público.


Na oportunidade me referia às obras do Espaço Alternativo. Uma verdadeira aberração. Outra que está me causando aborrecimento, pois passo por lá todos os dias é esta das fotos. O Ginásio Cláudio Coutinho. O projeto prevê um ginásio moderno, apto a receber competições em nível internacional, mas está parado. Não me interessa o por que. Isso é burocrático.


O que me chega é que várias empresas, para conquistar a obra, reduzem o valor abaixo do aceitável e depois não dão conta da realização da obra. Iniciam o trabalho e quando lá na frente não conseguem aditivação do contrato, abandonam a obra nos finalmentes. Isso sim deveria ser investigado pelo MP que deveria processar e culpabilizar estas empresas que acabam por prejudicar a população.

Obra está parada e já deveria ter sido entregue à um ano



Isso aconteceu atualmente com o Hospital de Urgência e Emergência (HEURO), uma obra importantíssima para Porto Velho e Rondônia, mas está parada devido à empresa abandonar a obra. A ampliação do HB, idem. Enfim, é uma série de casos obtusos e sem explicação. Espero que sejam retomadas em breve e que possamos a usufruir destas importantes estruturas. 

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

ESPAÇO


Já falei aqui em outras oportunidades sobre o Espaço Alternativo. Não serei redundante. No entanto, fico fulo da vida ao ver meu (nosso) dinheiro sendo vilipendiado.

Não quero aqui apontar culpados, pois não é este meu objetivo. Isso cabe a justiça ou sei lá quem embargou esta obra. Só sei que grana alta foi investida lá e a coisa está parada e se deteriorando. Enfim, um absurdo.As fotos falam por si. 







Agora, uma coisa que deve ser observada é a má qualidade da obra de calçamento, que desde quando colocaram o cimento já apresentava rachaduras. Eu como gestor público mandaria refazer tudo (e claro sem custos aos cofres públicos) pois não fizeram a base como deveria ser feita. Não sou engenheiro, mas qualquer leigo que já fez uma obra em sua casa sabe que aquilo que foi feito lá está pra lá de amador.

Não vou comentar mais nada, só deixo as fotos para o julgamento individual.


PS: Em tempo, não deixem suas crianças brincarem nos parquinhos. O estado está lastimável, com muita ferrugem. Sérios riscos de um tétano ou algo pior em caso de cortes. 







segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Asfalto que não chega

Cerca de trinta dias atrás a prefeitura de Porto Velho anunciou o asfaltamento de várias ruas do bairro Marcos Freire. Como realizo um trabalho social na comunidade fiquei muito feliz, pois apesar da carência da maior parte das famílias, eles teriam o direito ao asfalto, reduzindo doenças, acabando com a poeira e com a lama.
A drenagem está pronta, mas até agora, nada de asfalto. Então, se não vão fazer, por fazer, não anunciem. Não gastem o meu dinheiro em uma propaganda enganosa. As fotos foram feitas no Marcos Freire, neste domingo 04/10.



Ruas já foram contempladas com drenagem e estão aguardando a pavimentação asfáltica. A Prefeitura vai aguardar as chuvas para concluir a obra?